Nos cinemas: Divergente

Confesso que por não ter gostado muito do livro, não tinha muitas pretensões de assistir ao filme de Divergente, pelo menos não no cinema. Estava viajando quando o filme estreou, e esse foi um outro motivo para eu não ter ido vê-lo.

Entretanto, após ler a crítica feita no site Omelete, fiquei um tanto curiosa, uma vez que a classificação do filme não foi boa, mas a resenha não explicava o motivo. Isso, e os comentários muito positivos da minha irmã, que é fã da série, me impulsionaram a comprar o ingresso e ir ver com meus próprios olhos o resultado da adaptação.

Assim como no livro de mesmo nome, o filme se passa em uma Chicago futurista e bastante destruída, onde a sociedade está dividida em facções, cada uma representando um valor: generosidade, coragem, altruísmo, honestidade e sabedoria. Tris é a protagonista, e tem uma importante escolha a ser feita: a facção na qual seguirá durante toda sua vida.

Uma vez que o filme é uma adaptação de uma série YA (young adult, ou jovem adulto, como preferir), não se pode ir assisti-lo com uma mentalidade diferente dessa: é entretenimento apenas. Apesar do mundo distópico, por enquanto, o filme não levanta grandes reflexões. Do mesmo modo que a crítica social é feita a partir do segundo livro da série, penso que no filme a mesma coisa ocorrerá.

Senti falta de algumas cenas do livro que serão importantes para o decorrer da história, mas não tão importantes assim para o desenvolvimento desse filme. Em nenhum momento o achei chato ou entendiante, muito pelo contrário! É repleto de ação, do começo ao fim, e pelo que poderia parecer, pois no livro é um pouco maçante, o treinamento da iniciação da Audácia é muito bem elaborado, de modo a não cansar o espectador.

Gostei bastante da escolha dos atores, apesar de algum deles serem bem diferentes do que eu tinha imaginado quando li. Principalmente o Theo James, que interpreta o Four e se mostrou muito melhor que o que minha mente criou.

Como já disse na resenha do primeiro livro, não consegui criar uma conexão com a Tris, e posso dizer que isso foi um dos impedimentos para que eu gostasse do livro tanto quanto gostei do filme. A personagem da adaptação é bem mais legal que a personagem original. Gostei da escolha da atriz. Shailene Woodley fez com que eu gostasse da personagem, e pensasse em dar outra chance ao livro.

Sem contar nessa carinha de trakinas que ela tem! Me  identifiquei rs (Fonte)

Sem contar nessa carinha de trakinas que ela tem! Me identifiquei rs
(Fonte)

Acredito que depois de tudo isso que escrevi, já deu para perceber que Divergente foi uma enorme e grata surpresa! Fez minha opinião sobre distópico mudar um pouco, e me fez ter vontade de ler o os livros novamente, com outra perspectiva. Para mim, esse foi um daqueles raros casos em que prefiro o filme ao livro. Talvez por o filme possuir um apelo bastante visual, e conseguir transmitir bastante do que é descrito de forma mais fácil, ou então pela boa performance dos atores, que transformaram personagens pelos quais não me importava muito em algo mais tangível.

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5 comentários sobre “Nos cinemas: Divergente

    • Oi Bruna! 😀

      Bom, tem algumas críticas negativas por aí, que fazem total sentido, mas não mudaram minha opinião rs
      Não sou muito fã do livro, mas gostei bastante do filme!
      Assista sim! Só espero que se for ver no cinema não tenha meninas chatas que ficam gritando cada vez que o casal tem um “momento” kkkk

      Beijos!

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